Meus blogs internacionais

Tecnologia do Blogger.

Visite Blog RotaCinema

  • La Madre (La Madre) - *País*: Espanha/Romênia *Ano*: 2016 *Gênero*: Drama *Duração*: 89 min *Direção*: Alberto Morais *Elenco*: Javier Mendo, Laia Marull, Nieve De Medina, Sergi...
    Há um dia

Postagens populares

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Cinque Terre

Cinque Terre é, sem dúvida, uma das maiores atrações da região da Ligúria – o que é fácil explicar. O trecho caracteriza-se pelo relevo montanhoso junto ao mar Mediterrâneo entre La Spezia e Gênova (que pode ser percorrido em 5 horas) e contempla 5 pitorescos vilarejos: Monterosso al Mare, Vernazza (fundada no séc. I), Corniglia, Manarola e Riomaggiore. Outras cidades na região pelas quais passamos são Levanto e Volastra.

Em 1999, a fim de preservar a fauna e a flora do local, foi instituído o Parque Nacional de Cinque Terre. São 12 km de trilhas ecológicas que podem ser percorridas a pé (o trecho mais difícil é Monterosso-Vernazza). A localidade, juntamente com Porto Venere e as ilhas de Palmaria, de Tino e Tinetto (situados no mar da Ligúria), foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1997.

O jeito mais fácil para conhecer o local é de trem (com saídas frequentes e há, inclusive, os de alta velocidade). Há estações em todas as cinco cidadezinhas. Mas como nosso plano anterior era ir somente para a região da Toscana (a decisão de visitar Cinque Terre ocorreu no início da viagem pela Itália) e nossa reserva de carro já estava feita no aeroporto internacional Americo Vespucci, em Florença, partirmos para lá.  Saímos da estação de trem de Gênova diretamente para a estação de Florença e, de lá, pegamos um shuttle (€ 6) para o aeroporto.

A viagem de carro é incrível. Estradas estreitas e sinuosas, túneis, casinhas ou prédios coloridos de três-quatro andares que se estendem entre a montanha e o mar ou que estão encrustados sobre os rochedos, vilas de pescadores, praias pequenas de água cristalina e plantações de uvas e oliveiras. Um lugar romântico e encantador, de fato. Pena foi termos pegado um pouco de chuva no caminho. Há várias placas indicando mirantes panorâmicos e trilhas ecológicas.

Contudo, apesar do cenário é encantador, é preciso paciência porque, além das estradas sinuosas, os italianos dirigem mal. Para quem estiver visitando a região de trem, pode-se escolher uma cidade-base para ir e voltar. La Spezia está entre uma delas, distante a 90 km de Gênova. Outras opções são Portofino, Santa Margherita Ligure e Porto Venere. Ficar em uma delas e não nos vilarejos da Cinque Terre já ajuda a economizar dinheiro. Por exemplo, é difícil encontrar alguma hospedagem com diárias para casais abaixo de € 120 ou € 130. Em La Spezia recomendamos o Hotel Corallo (www.hotelcorallolaspezia.com). Diária com café da manhã, Wi-Fi gratuito e garagem, por € 93.
 
A Via Prione, próxima à estação ferroviária de La Spezia, é um grande calçadão para pedestres que conduz à beira-mar, com uma praça florida e diversos cafés, restaurantes e lojas.

No verão, a companhia Golfo Paradiso (golfoparadiso.it) opera ferries entre Gênova e Cinque Terre. O Servizio Maritimo del Tigullio (taghettiportofino.it) faz o trecho entre Santa Margherita e os cinco vilarejos.


ATENÇÃO: em muitos locais só é permitido o acesso aos carros de moradores da região. Então, é preciso estacionar (estacionamentos privados, em geral o preço é de € 2 por hora) e caminhar um pouco a pé. Fique atento a essa placas para não ser multado.



Vernazza - Cinque Terre

Começamos por Vernazza. Pequena, mas muito movimentada. Turistas e mais turistas disputam seus locais públicos, cafés, restaurantes e lojas. A charmosa praça central é o ponto de referência para as ruelas e suas casinhas conjugadas coloridas.

Vernazza era uma vila fortificada em 1080 d.C., com a família dos Obertenghi, que viram de imediato a importância estratégica da cidade. O Castelo dos Doria domina a vila na parte sul, com um imponente bastião e uma torre cilíndrica de base quadrangular, o Belforte. Ingresso a € 2.

Uma marca da cidade são os sinos da Chiesa (Igreja) di Santa Margherita, erguida em 1318 em estilo gótico-ligúrio sobre uma edificação mais antiga, que ecoam várias vezes por dia.

Outro ponto de interesse é o Santuario di Nostra Signora di Reggio, cujo ano de construção é incerto. Os escritos com citação do Santuário remontam a 1248. Ali é venerada uma imagem de Nossa Senhora, negra e com um filho no braço, chamada “A Africana”.

O melhor é aproveitar bem o dia. Os restaurantes fecham cedo, às 23h.







A grande aventura

Siga-me no Google+

Visitas (últimos 7 dias)